domingo, 9 de março de 2014

Ler ou não Ler, eis a questão!

Quase todos os dias ouço queixas da minha família que passo demasiado tempo a ler.
Pois bem vamos lá começar, quando eu não me encontro a ler os meus LIVROS (que só por acaso são das minhas únicas companhias permanentes) e tento falar com alguém vocês fazem o favor de:

A- me ignorar;
B- eu falo e ninguém demonstra o menor interesse no que eu digo;
C- eu começo a falar e de repente até um anúncio de arroz é mais interessante do que o que eu digo;
D- (...)

Minha  linda família prefiro 1000 VEZES ler um livro a passar todo o meu tempo livre na realidade e ser ignorada e "mal tratada".

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Ruas do Porto

Acho que se gasta demasiado tempo e espaço com a "estética" e a funcionalidade é esquecida. Perto da FLUP-Faculdade de Letras da Universidade do Porto, tem uma rua que a certo ponto divide-se e chega ainda a formar um túnel. Á volta desse túnel tem carteirinhos de flores e jardins (maltratados diga-se de passagem). Devido ao espaço ocupado pelos jardins, nas vias passa apenas um carro e ás vezes mal. Quando há a infelicidade de ter que passar uma ambulância (visto que o hospital fica lá por perto) os carros ou desaparecem no ar ou a ambulância tem que aguardar que o trânsito se mova porque os carros nem aos passeios podem subir porque os passeios são minúsculos, não passam sequer 2 pessoas a andar lado a lado.
E como esta infeliz rua existem muitas mais por este país a fora. Está toda a gente tão preocupada como o "parecer" bonito que se esquecem de pensar nas emergências, nas pessoas com deficiência seja essa visual, motora ou outra. Situações que requeiram uma actuação mais rápida, demoram imenso tempo a obterem resposta.
Que vergonha Srs arquitetos, que vergonha.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Calamares

Bem, eu amo calamares e hoje aventurei-me a faze-los do início. No início pensei que ia dar uma trabalheira do caraças mas afinal não é assim tão difícil, só precisei de 1 ovo inteiro, 2 colheres de sopa de farinha e 5 de cerveja. Claro que com sal e pimenta a gosto, eu despensei a pimenta não sou grande fã. Envolvi as rodelas de pota naquela mistura (eu aproveitei e ainda acrescentei meia cebola ás rodelas) e depois foi só fritar em óleo bem quente. Ao início pensei que fosse demorar uma século a fritar aquilo tudo mas em 20 minutos tinha tudo pronto. Para acompanhar fiz um arrozinho de penca com um chouriço de colorau e uma morcela das boas. Basta dizer que foi uma refeição daquelas de comer e chorar por mais..